domingo, 30 de setembro de 2012

Resenha: Soul Love: A Noite o Céu é Perfeito

Mais um livro que me emocionou ao ler, entrei dentro da estória! Preciso confessar que estou adorando isso!



O livro foi escrito por Lynda Waterhouse e conta a história de Jenna Hudson, uma garota de 15 anos, que é expulsa de casa e da escola, por ter feito algo muito sério juntamente com Mia (sua melhor amiga) e Jackson (o cara por quem é apaixonada), porém ela não os entrega e com isso, ganha um tempo na casa da tia Sarah, em Netherby, uma cidade no interior da Inglaterra, longe de Londres (onde Jenna vivia). 

Bem no prólogo tem a seguinte frase: "A lembrança dói. Meu cérebro tenta descobrir onde fica exatamente a dor, mas logo desiste, porque tudo dói. Estou cansada de viver como se já fosse uma pessoa adulta e madura. Gostaria de voltar a ser criança – uma garotinha de seis anos que caiu da bicicleta. Gostaria de fazer cara de choro e correr aos berros para a cozinha, onde minha mãe me ergueria do chão, me daria um forte abraço e beijaria meu joelho esfolado. Eu pararia de chorar e tomaria leite com chocolate para a dor passar. Essa é uma das coisas que as pessoas não nos ensinam quando falam de crescer: como lidar com as dores que não passam com um beijo.", em resumo, no começo do livro ela está naquela fase que a maioria das pessoas vive que odeia os pais, comete atos de rebeldia e não se importam com nada. Porém crescer traz dores e essas não são curadas como os joelhos esfolados, mesmo que ela (ou que todos nós) quisesse(mos). 

Acostumada com a vida em Londres, onde ninguém se intromete na vida alheia, ela se vê obrigada a se adaptar a cidadezinha, onde todos sabem cada passo que você dá e perguntam aonde vai? Com quem vai? E a que horas volta?

Sua tia passa por uma crise amorosa e ela se vê obrigada a ajudar no sebo dela, além de ter que fazer compras e a comida (coisas que nunca tinha pensado em fazer). 
É em Nertheby que Jenna conhece Charlie e Freddie, dois irmãos que além de serem seus vizinhos da frente, se tornam seus amigos e também tem uma banda anti-folk (bandas pop), juntamente com Gabe, que é o baterista e mostra para ela quem são seus verdadeiros amigos (pessoas que se importam de verdade com ela), que seus erros podem ser reparados e que o amor verdadeiro não tem idade para acontecer. 


Uma ótima lição de vida. 
Um livro que vale a pena ler e reler. ;)

domingo, 23 de setembro de 2012

Wishlist literária

Olá pessoas, boa tarde!! ;)
Vou mostrar pra vocês a minha wishlist literária, ou seja, livros que eu quero ler/comprar. São livros que eu ouvi boas críticas, ou que simplesmente despertaram meu interesse. Vamos lá?

A Culpa é das estrelas (peguei do meu irmão emprestado, lido. Resenha aqui)
PS Eu te amo
O caçador de pipas (Camila Hofling me emprestou, lido. Resenha aqui)
O menino do pijama listrado (lido. Resenha aqui)
O vendedor de sonhos
Comer, rezar, amar
Soul Love: a noite o céu é perfeito (fiz o download dele aqui)
A última música
100 gatos que mudaram a civilização (estou lendo)
Querido John
Um dia (o filme é lindo! Lido)
Anjo da escuridão (Lido. Resenha aqui)
O prisioneiro do céu
A última carta de amor
Questões do coração


Será que consigo terminar essa wishlist até o fim do ano? Ainda mais agora que as minhas aulas estão perto de voltar? tivemos greve nas universidades públicas
Será que ela aumenta? Será que diminui?
Acompanhem... :)
Então é isso, se alguém tiver, souber quem tem, quiser comentar o que achou do livro (se leu), me digam, ou me emprestem! :D #TáParei!
Espero que tenham gostado da minha listinha!!

bjos enormes pra vocês! ;)

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UPdate: (28/09/2013) 2012 acabou faz tempo, estamos quase em 2014 e eu ainda não terminei de ler esses livros! :( Mas estou lendo outros e resenha é o que não falta por aqui... :)

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Resenha: "A roubadora de livros", vulgo A Menina que Roubava Livros

Um livro que conseguiu me fazer rir e chorar e ainda por cima teve um desfecho que não ficou confuso, apesar da minha falta de ânimo no começo, provavelmente lerei ele de novo.
Em resumo: valeu a pena!


De Markus Zusak, "A menina que roubava livros", conta a história de quatro anos da vida de Liesel Meminger, que é narrada pela "ceifadora de almas", ou seja, a morte.
A história começa com Liesel e seu irmão sendo levados, de sua mãe, para uma família de criação na cidade de Molching (Molking), porém antes de chegarem, ela vê seu irmão morrer. E é no enterro dele que ela rouba seu primeiro livro, chamado: "O Manual do Coveiro", um livro que ensina alguns truques talvez essa não seja uma boa palavra para quem está começando nesse trabalho; um exemplo dos "truques" é: quando é necessário fazer um enterro na neve: eles aquecem a terra de algum modo para poderem cavar...
Quando chega em Molching, mais precisamente na rua Himmel (cuja tradução é Céu), Liesel tem dificuldades de relacionamento com a mãe adotiva que a chama de saumensch (xingamento feminino), mas em contrapartida o pai (um acordeonista e pintor aposentado) se torna seu melhor companheiro, fez de tudo para ensinar a menina ler e escrever da melhor maneira possível e isso a torna, futuramente, "A sacudidora de palavras".
Como plano de fundo dessa bela história tem-se a Alemanha Hitlerista, onde podemos ver as misérias, tristezas e as dores vindos de uma guerra.
A saumensch tem como companheiro de roubos (amigo e namorado) um saukerl (xingamento masculino), chamado Rudy Steiner, que queria ser igual a um ídolo negro dos esportes, Jesse Owens, que ganhara 4 medalhas de ouro nas "Olímpiadas de Hitler".
Aos poucos a saumensch vai se adaptando e aprendendo coisas novas com o pai (coisas que talvez não devesse aprender), como enrolar e a fumar cigarros, escondido de sua mãe, para não levar uma watschen ("uma boa sova", surra, melhor dizendo).
Ela aprende que Hitler deve ser amado! (Pelo menos em público - especialmente no aniversário dele). Que se aproximar de um judeu teria graves consequências... (imagina se tivessem descoberto que os pais dela esconderam um no porão... Nem quero pensar).
Esse judeu do porão era Max Vandenburg, e ele se tornou muito amigo de Liesel, creio que ele aprendeu muito com a menina, que também aprendeu alguma coisa com ele. Quero dizer que eles trocaram muitas experiências, tanto boas, quanto ruins. Uma das experiências: o poder que as palavras tem.
Duas conclusões sobre o poder das palavras: 1ª foi com elas que Hitler chegou ao poder. 2ª foi com elas que Liesel se tornou a "sacudidora de palavras".
Graças aos livros, Liesel mudou sua história (de algum modo) e isso fez que esta se tornasse interessante a tal ponto que até uma personagem que presenciou as dores e as poesias da época quisesse contá-la. Essa personagem "um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena."

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Resenha: Extra Brilho Ideal

Oi gente!
Tudo certinho? Espero que sim! :)
Hoje vou falar de um produto muito bacana: O extra brilho...
O extra brilho (também conhecido como Top Coat, ou TC entre as blogueiras de unhas) tem as funções de dar brilho, ah vá?!, proteger e ajudar na secagem do esmalte. Para mim ele é como se fosse um óleo secante, mas que não meleca tudo os dedos, é um produto que eu não fico mais sem...
Gosto do efeito que ele dá na finalização, se tiver alguma marquinha no esmalte ele "tira" (disfarça beeeeeeem, talvez seja a expresão mais correta), além de deixar o brilho mais intenso, é claro!
Mas quero falar de uma marca específica: Ideal.
Eu estava acostumada a usar o da Colorama, que cumpre bem as funções, porém fui numa perfumaria diferente da que eu costumo ir e lá tinha o extra brilho da Ideal, que tem a melhor relação "custo-benefício", por ser maior e sair mais barato que o da Colorama, (ponto positivo pra Ideal).
 Aí eu cheguei em casa e fui pesquisar ele na internet, e descobri que a Ideal é uma empresa que não testa seus produtos em animais, então outro ponto positivo!
 Além disso, quem já usou, aprovou! (Parece que tô fazendo merchan... kkkkk). Dá pra ver que ele é mais roxo do que o da Colorama (não é a quantidade do vidro que determina isso), terceiro ponto positivo!
Outro ponto positivo (tô parecendo professora distribuindo ponto positivo... uashaush), ele aparentemente não dá bolinhas. O da Colorama, estava meio grosso aí e como tinha pouco tava difícil de tirar e quando passava ele em cima do esmalte apareciam as bolinhas... Dá pra ver bem nessa foto:
Nail art do Mario, encheu de bolinhas com o extrabrilho da Colorama =/

Agora, para finalizar, uma foto de nail art que usei o extra brilho da Ideal depois:
Diferença notável!
Posso dizer que tenho um novo queridinho para auxiliar na tarefa de fazer as unhas!
Esse é um produto que eu recomendo!
Espero que tenham gostado! ;)
bjão gente!

sábado, 1 de setembro de 2012

Deixe minhas unhas em paz!

Olá pessoas, boa noite!
Estou a ponto de ter uma recaída e roer as unhas...
Vício é f*da, ainda mais sendo um ser ancioso igual eu!
Para não cair na tentação resolvi escrever. Então esse post é meio que um desabafo: Eu não sou uma ex-roedora de unhas, tenho recaídas e sei que a maior prejudicada sou eu, pois além de ficar feio o dedo cabeçudo, isso machuca!
Acho que uma coisa leva a outra, quando estou com as unhas esmaltadas fico bem de boa, por isso não deixo as unhas "respirarem", o esmalte lascou? Eu tiro tudo e passo outro... Mas em época de prova (no dia, mais precisamente), eu arranco o esmalte (como se fosse adesivo, sabendo que prejudica a unha) e não me aguento, resultado? Chego em casa sem esmalte e sem unha...
Porém agora, a coisa é um pouco diferente, pois eu não tenho, não tive e não vou ter prova na facul, portanto não tenho "desculpa"!
Eu tinha esmaltado a unha ontem (quinta - 30/08) com o Figo, da Impala, e hoje (sexta - 31/08) chegou meu London Night Blue, do Boticário (meu queridinho que esperei tanto!). Creio que seja esse o motivo da ansiedade (você que lê isso vai pensar: "Nossa que besteira ela estar ansiosa por isso!", eu concordo, mas qualquer coisa pode me deixar assim!! U.u), fico "ansiosa" até sem motivo aparente, então paciência.
Já melhorei bastante, pois as minhas unhas eram bem cotocas, se tivesse algum pedacinho fora da carne não durava 2 segundos na minha frente, mas nunca consegui ficar com a unha menor que 1 cm, sei que tem pessoas que fazem isso e sei o quanto é dolorido (a pior tortura é quando sai pele - cutícula - junto, de uma maneira que até sangra). Acho que esse "controle" que eu tinha está me ajudando agora.
Tenho admiração por quem consegue ficar sem colocar o dedo na boca! Adoro as minhas unhas compridas, tenho que aprender a me controlar mais, até a vontade passar e nunca mais voltar!
E se eu não disser que coloquei o dedinho na boca e senti um prazer enorme só de pensar que ia tirar a unha estarei sendo hipócrita, na verdade, pra ser bem sincera, ainda estou com vontade de arrancar a unha, mas já diminuiu bastante. É, pode parecer que não, mas escrever esse post ajudou! A questão é que nem sempre poderei escrever (dividir com pessoas o que estou sentido) para conter a vontade, então tenho que pensar em algum jeito quando não puder fazê-lo...

Estar com as unhas sempre lixadas e sem machucados e sem dor, me ajudou a diminuir bastante parar de roer as unhas (quando eu era criança) e querendo ou não, os esmaltes estão sendo meu melhores aliados a manter os dedos longe da boca. Espero continuar assim.

Quando eu parar de verdade, será uma vitória! E eu espero poder compartilhar com vocês!

XÔ ANSIEDADE!! DEIXE MINHAS UNHAS EM PAZ...
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